|
Tudo o que sempre
quis saber sobre...
THE GREAT LESBIAN
SHOW
César Zembla (voz,
corneta de plástico, programações)
Ondina (voz,
corneta de plástico, harmónica)
António Manzarra
(guitarra)
Nuno Maltês
(guitarra, baixo)
Sérgio Lemos
(bateria, programações)
Os Great Lesbian Show formaram-se em Lisboa, em 1992. Ensaiavam quando
podiam na mítica Senófila, faziam canções que não iam de encontro ao
que estava na moda, davam concertos quando aparecia uma oportunidade
para tal.
Lentamente, o nome do grupo começa a ser falado no meio alternativo; o
Público dá-lhes uma capa num dossier “Novas Bandas” do seu
suplemento “Pop Rock”, sai músico, entra músico, o Blitz faz alguns
artigos sobre a banda, há críticas de concertos e até uma capa.
O
grupo faz alguns demos que circulam por alguns programas de
rádio. Sai músico, entra músico. Gravação de quatro temas cujo destino
seria um single, caso a master não tivesse sido roubada.
Gravações no “estúdio” de um amigo, as coisas demoram e demoram.
Estamos em 1998 e a banda suspende actividades.
2001: vamos lá outra vez: (reparam no duplo uso dos : ?) havia umas
gravações que tinham ficado a meio e que se achou por bem abandonar.
Temas novos e estúdio de novo. Gravação do que seria o primeiro disco
da banda, Psykitsch kaleidoscope, produção DIY, sem editora que
lhe pegue. Sai músico, entra músico. Há uma distribuidora – Sabotage –
que pega no disco. 2004: disco nas lojas, concertos, concertos.
Verão de 2006: demo com seis temas novos e a casa mãe da Sabotage, a
Zounds Records, a querer editar o novo disco. Não sai músico nem entra
músico. Verão de 2007: gravação do novo disco com Jorge Ferraz na
produção. Junho de 2008: edição de You’re not human tonight.
PS: Caso ainda não tenha dado conta, fazemos
aquilo que queremos e da maneira que queremos. Obrigado pela atenção
dispensada.
|